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Escrito por Nello Baia Júnior
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Não perca no Instituto Gaia a presença da Monja Coen vinda de São Paulo Programação: Dia 04 de março as 20h00 Ética,Ciência e Paz – Convivendo em Harmonia; Dia 05 de março as 20hoo O Caminho da Felicidade na Perspectiva Budista Dia 06 de março Das 9h00 as 12h00 Transformando Nossa Percepção do Mundo, Transformando Nossas Vidas Das 16hoo as 19h00 Como Dar Vida as Nossas Vidas Local: Instiuto Gaia Rua José Vilar,964, Aldeota, Fortaleza-CE (85)3224.9770/3244.6743/8801.0136 Promoção do Centro Budista Sen An Ji Contribuição: R$15,00 por cada encontro |
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Escrito por Adalberto Tripicchio
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Aprenda sobre budismo Ch’an (Zen) lendo-o de A a ZSão Paulo - 2005 Tenho constatado uma enorme lacuna no mercado editorial brasileiro no que se refere a uma literatura mais técnica sobre o budismo. Ofereci ao meu editor este trabalho, que pretende ser não somente um dicionário, porém, também, um livro-texto para aqueles que querem conhecer melhor a doutrina do Buda, e mesmo para quem quiser segui-la como filosofia de vida ou como psicologia de auto-conhecimento e auto-realização. Os verbetes aparecem com grande freqüência em páli, idioma original no qual foi escrito o Cânone budista. Alguns consideram o páli como um dialeto do sânscrito, língua sagrada da Índia, terra onde nasceu o Buda Shakyamuni e o budismo. Logo no início surgiram comentários e escritos importantes em sânscrito também. Vocês poderão observar a grande semelhança entre ambos. Desta maneira, também é freqüente o aparecimento de verbetes em sânscrito. A partir da Índia, o budismo estendeu-se, primeiro para a China, depois para a Coréia e acabou chegando ao Japão. Claro que esta é apenas uma das vias de disseminação da Doutrina budista. Assim, procuramos, sempre que possível, oferecer as correspondências dos verbetes, também em chinês e japonês. Algo em tibetano, especialmente em função da intensa divulgação do budismo tibetano através de seu grande líder. |
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Escrito por Desconhecido
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“Sede vós mesmos vossa própria bandeira e vosso próprio refúgio. Não vos confieis a nenhum refúgio exterior a vós. Apegai-vos fortemente à Verdade. Que ela seja vossa bandeira e vosso refúgio. Aqueles que forem eles próprios sua bandeira e seu refúgio, que não se confiarem a nenhum refúgio exterior a eles, que, apegados à Verdade, a tenham como bandeira e refúgio, atingirão a meta suprema.” “Não acrediteis numa coisa apenas por ouvir dizer. Não acrediteis na fé das tradições só porque foram transmitidas por longas gerações. Não acrediteis numa coisa só porque é dita e repetida por muita gente. Não acrediteis numa coisa só pelo testemunho de um sábio antigo. Não acrediteis numa coisa só porque as probabilidades a favorecem ou porque um longo hábito vos leva a tê-la por verdadeira. Não acrediteis no que imaginastes, pensando que um ser superior a revelou. Não acrediteis em coisa alguma apenas pela autoridade dos mais velhos ou dos vossos instrutores. Mas, aquilo que por vós mesmos experimentastes, provastes e reconhecestes verdadeiro, aquilo que corresponde ao vosso bem e ao bem dos outros - isso deveis aceitar, e por isso moldar a vossa conduta.” |
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Escrito por Desconhecido
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A História de Gautama Será interessante passarmos das atividades intelectuais e morais de Atenas e Alexandria e do desenvolvimento das idéias humanas no mundo mediterrâneo, para a vida intelectual, quase inteiramente distinta da Índia. Aí se encontrava uma civilização que, desde o princípio, parece ter brotado de raízes originais, desenvolvendo-se com um caráter todo próprio. Estava separada das civilizações do oeste e de leste por vastas barreiras de montanhas e grandes regiões desertas. As tribos arianas que haviam descido para a península, depressa perderam contato com as demais tribos, suas semelhantes, do oeste e do norte, desenvolvendo-se em linhas independentes e próprias. Esse foi, mais, especialmente, o caso das que penetraram a região do Ganges e foram ainda além. Encontraram elas uma civilização dispersa pela Índia, a civilização dravidiana. Esta civilização era um desenvolvimento independente daquela ampla e vasta cultura neolítica, cujos característicos já descrevemos, é que constituiu do mesmo modo o tronco de onde brotaram as civilizações sumeriana, cretense e egípcia. Aquelas tribos reviveram e transformaram a civilização dravidiana, assim como fizeram os gregos com a egéia e os semitas com a sumeriana. |
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Escrito por Nello Baia Júnior
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Maya é o personificação do mal, do obscuro...da nossa sombra. Buda é a personificação do Iluminado, do bem, do incorruptível, da verdade...
Como podem então conviver juntas lado a lado estas duas personalidades: uma representando o mal e a outra o supremo bem? Como podem mal e bem estar juntos lado a lado numa contradição incompreensível? Mal e bem se interconectam: O que é mal para você será mal para o outro? O que é bem para ti será benéfico a outrem? Então mal e bem são questões de ponto de vista. O Monge Budista vietnamita Tich Nhat Hant nos fala que a Rosa é o Lixo e o Lixo é a Rosa. Ambos são feitas da mesma matéria: a Rosa vira Lixo e o Lixo vira Rosa. O lixo será o adubo para que a Rosa cresça e floresça e a Rosa depois de mais um ciclo de vida será o alimento do Lixo. O que é a Rosa? O que é Lixo? |
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Escrito por Nello Baia Júnior
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Buda não é Deus segundo a concepção do Budismo. Buda significa “aquele que despertou de um sono profundo”.Buda é um estado de Ser.Todos nós somos Buda, apenas estamos adormecidos deste estado. Os budistas são acusados de ateísmo, na realidade não pronunciam a palavra Deus porque sabem Deus está em cada um de nós, está em tudo e em todos... Tudo é Deus. Deus não se encontra numa possibilidade externa, mas na possibilidade do interno de cada um de nós. O que é preconizado como “Buda” é o Buda histórico Sidarta Gautama, aquele que foi um príncipe do Reino de Sakya e por isto é chamado Buda Sakyamuni. Muitos acham ser este o único Buda.Mas qual é a quantidade de Budas existentes? Budismo é uma religião? Budismo é filosofia?Budismo é ciência? Budismo por ser tudo isto segundo a concepção de cada praticante. Pode ser uma Filosofia de Vida de emprego bem prático que não impede que você professe outra religião ou credo, muito pelo contrário nos dá condições através das quatro nobres verdades, do nobre caminho óctuplo, da compreensão sobre os doze elos e outros meios hábeis que mais tarde discorreremos em outros artigos, de sermos melhores cidadãos, melhores profissionais, melhores homens e mulheres.
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